20/08/2009

meu mundo.


É difícil entender o que se passa no coração de uma mulher.
As suas vontades são voláteis.
Você nunca sabe ao certo como falar, como agir, como sentir.
Eu assumo.
Nunca sei ao certo o que eu quero ouvir, e se ouvir não sei se vou reconhecer a minha vontade.
Ou se simplesmente vou ficar com raiva por que descobriu exatamente o que eu queria.
Depende do humor.
Dos hormônios.
Sei que hoje não sei nada.
Só sei que não sei ao certo o que estou sentindo.
Mas sei que fiquei trsite por não saber entender.
E fiquei preocupada por não ser capaz de cuidar de quem eu amo.
Preocupada não é exatamente a palavra certa.
Mas que doeu e me senti inútil sem noticia, sem poder correr até lá, isso sem dúvida.
Queria ter estado ao teu lado.
E não somente falar o que estava errado.
Mas te abraçar e ali, aninhada em teus braços, chegar a um acordo entre as partes.
Eu te amo.
Desculpa esse jeito meio estúpido de ser.
Sou mulher.
E tenho fases.
Mas não esqueça. Só quero cuidar de você.

16/08/2009

um quarto...

"Existem pessoas que entram na nossa vida por acaso. Mas não é por acaso que elas permanecem."
A sensação de solidão é de pessoas que amo e cujo convívio eu não posso mais recuperar, que se perderam de mim com o tempo.
Se sentir só faz parte.
É uma mola que nos faz procurar aconchego num ombro.
Eu escolhi o
ombro que eu quero ao meu lado.
Hoje é meu aniversário.
E lá se vai mais um ano vivido.
Menos um pra viver.
Tenho pensado em quantas pessoas viveram ao meu lado, e quantas vivem e quantas vão viver.
Coisa de gente pensando no futuro.
Cheguei a conclusão, que em um balanço geral, as pessoas que orbitam por mim são sempre muito boas.
Minha vida sempre dependeu das pessoas ao meu redor. Elas modelam o que sou.
Tudo começou quando eu ainda não tinha um futuro certo e escolheram me ter ao redor.
E esse anjo, que é a minha mãe, faz de mim a mulher mais feliz.
Ela é capaz de abdicar de tudo pra me proporcionar um sorriso.
Ninguém no mundo me ama mais do que a minha mãe.
E hoje ao comemorar meus 25 anos, deixo público que não existe no mundo nada maior e mais importante do que o amor da mãe.
E a minha me ama muito.
E eu na incopentência do exercício do cargo de filha nunca fui capaz de retribuir nem um terço do que ela me proporcionou.
Mas a amo com todos as minhas forças. E demonstro desse meu jeito meio estúpido de ser.
Eu sou uma mulher feliz.
Nem preciso ir à pasárgada.
Eu tenho tudo e todos que preciso aqui.
No meu mundo.