É difícil entender o que se passa no coração de uma mulher.As suas vontades são voláteis.Você nunca sabe ao certo como falar, como agir, como sentir.Eu assumo.Nunca sei ao certo o que eu quero ouvir, e se ouvir não sei se vou reconhecer a minha vontade.Ou se simplesmente vou ficar com raiva por que descobriu exatamente o que eu queria.Depende do humor.Dos hormônios.Sei que hoje não sei nada.Só sei que não sei ao certo o que estou sentindo.Mas sei que fiquei trsite por não saber entender.E fiquei preocupada por não ser capaz de cuidar de quem eu amo.Preocupada não é exatamente a palavra certa.Mas que doeu e me senti inútil sem noticia, sem poder correr até lá, isso sem dúvida.Queria ter estado ao teu lado.E não somente falar o que estava errado.Mas te abraçar e ali, aninhada em teus braços, chegar a um acordo entre as partes.Eu te amo.Desculpa esse jeito meio estúpido de ser.Sou mulher.E tenho fases.Mas não esqueça. Só quero cuidar de você.
"Existem pessoas que entram na nossa vida por acaso. Mas não é por acaso que elas permanecem."
A sensação de solidão é de pessoas que amo e cujo convívio eu não posso mais recuperar, que se perderam de mim com o tempo.
Se sentir só faz parte.
É uma mola que nos faz procurar aconchego num ombro.
Eu escolhi o ombro que eu quero ao meu lado.
Hoje é meu aniversário.
E lá se vai mais um ano vivido.
Menos um pra viver.
Tenho pensado em quantas pessoas viveram ao meu lado, e quantas vivem e quantas vão viver.
Coisa de gente pensando no futuro.
Cheguei a conclusão, que em um balanço geral, as pessoas que orbitam por mim são sempre muito boas.
Minha vida sempre dependeu das pessoas ao meu redor. Elas modelam o que sou.
Tudo começou quando eu ainda não tinha um futuro certo e escolheram me ter ao redor.
E esse anjo, que é a minha mãe, faz de mim a mulher mais feliz.
Ela é capaz de abdicar de tudo pra me proporcionar um sorriso.
Ninguém no mundo me ama mais do que a minha mãe.
E hoje ao comemorar meus 25 anos, deixo público que não existe no mundo nada maior e mais importante do que o amor da mãe.
E a minha me ama muito.
E eu na incopentência do exercício do cargo de filha nunca fui capaz de retribuir nem um terço do que ela me proporcionou.
Mas a amo com todos as minhas forças. E demonstro desse meu jeito meio estúpido de ser.
Eu sou uma mulher feliz.
Nem preciso ir à pasárgada.
Eu tenho tudo e todos que preciso aqui.
No meu mundo.